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 CORONAVÍRUS, O USO DO AR-CONDICIONADO E A IMPORTÂNCIA DA MANUTENÇÃO

Ar condicionado e covid-19: Reduzindo a propagação

Uma geração de pesquisa e experiências comprovou que se os sistemas de aquecimento, ventilação e ar-condicionado (HVAC) forem devidamente operados e receberem a manutenção apropriada, eles podem reduzir a propagação de vírus. Segundo a Sociedade Norte-Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar- Condicionado (ASHRAE), esses sistemas críticos de construção não apenas proporcionam conforto térmico, como também podem melhorar a resistência a infecções.¹

Recentemente, a Sociedade Americana de Microbiologia (ASM) abordou a questão da transmissão da COVID-19 no “ambiente construído”, que pode ser entendido como edifícios, automóveis e outros ambientes internos nos quais a maioria dos seres humanos passa mais de 90% de seu tempo.² O relatório da ASM afirma que existem vários vetores primários de transmissão que promovem infecções nesses ambientes construídos, incluindo a densidade de ocupantes, o grau de atividade e interação social e o contato humano com superfícies abióticas (superfícies que que não fazem parte ou que não resultam dos seres vivos). A indústria de navios de cruzeiro, os asilos e as prisões nos ensinaram sobre o risco de transmissão em ambientes onde esses vetores se cruzam. No entanto, também aprendemos que lavar as mãos frequentemente e manter o distanciamento social funciona na redução da transmissão do vírus.

Juntamente com esses mitigantes primários, os sistemas HVAC trabalham em ambientes construídos para fornecer ar limpo, agradável e recuperado, além de misturar níveis saudáveis de ar de renovação e conter ou esgotar contaminantes. Os sistemas de distribuição de ar podem reduzir a transmissão de vírus por meio de filtragem, algo que os profissionais de HVAC são capazes de avaliar.

Os sistemas de ar-condicionado também são fundamentais para a manutenção de níveis saudáveis de umidade. “Manter a umidade relativa do ar entre 40% e 60% em ambientes internos pode ajudar a limitar a propagação e a sobrevivência do SARS-CoV-2 (novo coronavírus) dentro do ambiente construído”, sugere a ASM, “minimizando, assim, o risco de proliferação de fungos, além de manter as mucosas (barreiras naturais de defesa do nosso corpo) dos ocupantes humanos intactas e hidratadas”.

Distribuição de ar:

1. A taxa de fluxo de ar, a velocidade do ar e a direção do ar insuflado pela unidade de ar-condicionado precisam ser criteriosamente controladas. O objetivo é ter uma distribuição uniforme da temperatura no ambiente e evitar velocidades do ar acima de 0,2 m/s no espaço ocupado, evitando, assim, correntes de ar e o risco de partículas serem transportadas de uma parte da sala para a outra.

2. A quantidade total de fluxo de ar precisa ser adequadamente calibrada, de acordo com a capacidade de refrigeração da unidade (como boas práticas norte-americanas recomendam-se entre 340 a 680 m³/h por tonelada de refrigeração). Além disso, a capacidade de resfriamento da unidade não deve ser super ou subdimensionadas em relação a carga de resfriamento do espaço.

3. A localização da saída de ar, a orientação do ar e a intensidade da velocidade do ar na descarga tendem a determinar o fluxo de ar no ambiente e precisam ser otimizadas. Quanto mais o ar for insuflado diretamente para uma área ocupada, maior será o efeito de “resfriamento por pontos” e pior será a distribuição do ar. Por outro lado, uma distribuição ideal é alcançada da seguinte forma: (1) posicionar a saída de ar de forma que garanta um bom fluxo de ar, mas que não sopre o ar diretamente no espaço ocupado; (2) garantir que o ar consiga se deslocar e expandir antes de atingir o espaço ocupado.


DICAS DA CENTRAL FIX para combater a propagação do vírus pelo seu ar condicionado:

  1. Renovação do Ar – ação que garante a ventilação e circulação do ar, além da diluição do ar no interior do ambiente, desta forma não permitindo a concentração de poluentes, fator que provoca agravos à saúde dos ocupantes;
  2. Filtragem – ação que tem por objetivo reter partículas e micro gotículas, que podem carregar poluentes ou microrganismos como o COVID-19;
  3. Controle de temperatura e umidade – fatores de necessidade física que contribuem com a saúde das pessoas, assim como, também podem inibir a proliferação de determinados organismos como o COVID 19;
  4. Monitoramento da qualidade do ar – manter o nível de CO2 (dióxido de carbono) dentro dos índices determinados para ambientes é uma das formas de garantia da qualidade do ar respirado em ambientes.
  5. Limpeza do seu ar condicionado – Higienizar seus equipamentos condicionadores de ar regularmente por empresa qualificada e produtos eficazes.
  6. Limpeza dos filtros - Higienizar os filtros do equipamento condicionador de ar DIARIAMENTE com alcool 70%
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